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Jovens israelenses de todo o mundo retornam ao seu país para se juntarem ao exército

  • 11 de out. de 2023
  • 2 min de leitura

Reservistas israelenses residindo fora de Israel com menos de 12 meses são convocados para a Guerra Israel/Hamas



A Embaixada de Israel no Brasil não soube informar quantos, mas confirmou voo saindo de Lima com residentes na América Latina


Israelenses e cidadãos com dupla nacionalidade residentes no Brasil e que sejam da ativa ou reservistas do Exército estão sendo convocados para lutar na guerra em Israel


A jovem diz acreditar que o confronto seja prolongado, sendo um dos mais longos. "Essa vai ser a guerra mais longa pela qual Israel vai passar", afirma - Instagram/Reprodução

A brasileira Sabrina Cherman, de 22 anos, está entre os mais de 360 mil reservistas convocados pelo exército de Israel para se juntar às tropas envolvidas na ofensiva contra a Faixa de Gaza, após o ataque do grupo fundamentalista islâmico Hamas no sábado (7/10).


As Forças Armadas israelenses convocaram brasileiros que moram lá para defender o país.

Em Israel, ninguém estranha o cotidiano do Exército na rede social. É que é vestindo farda que todo jovem entra na vida adulta.


“Coisa que muita gente espera, coisa que muita gente treina pra isso e pra mim é um orgulho muito grande poder servir um país que me deu tanto”, contou Paula Frenkel, militar do exército israelense.


No Brasil, não sabemos o que é viver numa região de guerras, com ameaça constante nas fronteiras com vizinhos. E precisamos nos esforçar para entender a relação do povo israelense com as Forças Armadas, muito próxima. Lá, o Exército é compulsório. A partir dos 18, mulheres servem por dois anos e homens, por quase três. E é também um Exército popular não só com militares profissionais. Na guerra, o governo conta com grande efetivo e enorme mobilização pela defesa do território. A caminho do front, ja são 360 mil convocados, entre reservistas e da ativa. Brasileiros entre eles.


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